De onde você vem?
Eu ouço a canção de um anjo
Parece ser um chamado
Um feitiço de amor de Eros
Leve-me através da tempestade
Quando você veio?
Eu retornei há muito tempo
Um espírito me trouxe a vida
Uma paixão à primeira vista
Me empreste vossa mão, meu coração
Ninfas dançam ao redor da ilha
Um fantasma grita e me assombra o tempo todo
Então você chega
Como um anjo dos céus
Libera todos os meus sonhos
Eu me pergunto porquê
Você se foi
Algum dia você vai voltar
De onde você veio?
De longe? Além?
Virgem como um diamante
Preciosa, como uma criança
Me empreste vossa mão, meu coração
Nós temos que acreditar que vamos unir nossas vidas
Sobre a vingança, traição ou mentiras
Podemos ser um
Podemos reiniciar
Perdoe meus erros
(O tempo o dirá)
Perdoe meus erros
Algum dia
Desde que cheguei à costa
Eu vi todo o meu passado (algum dia!)
Uma nova oportunidade trazida da fonte
Um novo contrato de vida
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
sexta-feira, 21 de maio de 2010
In honor n' Glory to the true friendships!
De honra e glória, de nomes e atitudes, de amor e amizade, de carinho e dedicação, disso vive uma lenda, uma história vindoura!
Tivera todo o tempo do mundo pra saber quem era Shamash, ou qualquer dos nomes que possuo. E no fim... os caminhos daqueles que foram descartados sempre se cruzarão! E os daqueles que tem o amor e a honra de uma amizade verdadeira, jamais se cruzarão, pois sempre andaram lado a lado ao longo de toda a jornada!
Tivera todo o tempo do mundo pra saber quem era Shamash, ou qualquer dos nomes que possuo. E no fim... os caminhos daqueles que foram descartados sempre se cruzarão! E os daqueles que tem o amor e a honra de uma amizade verdadeira, jamais se cruzarão, pois sempre andaram lado a lado ao longo de toda a jornada!
Flávio Shamash
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Flávio Shamash,
In honor n Glory to the true friendships
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Edgar Allan Poe - Ulalume
Virginia, a jovem esposa de Poe, muito bonita, com uma graça de menina que algumas delas conseguem reter por muito tempo, cada vez com a saúde mais debilitada, estava destinada a uma morte prematura. Uma das grandes alegrias do poeta era ouvi-la cantar, sentada ao piano ou dedilhando a harpa. Na noite de 30 de janeiro de 1847, a melodia se interrompe bruscamente; um vaso dos pulmões se rompera, e Poe não ouviria "nunca mais" a voz que o enlevava. Desde então, ela não podia mais suportar a menor mudança de temperatura, tinha necessidade de tratamentos que a exiguidade da casa e dos recursos não permitiam que fossem tomados. Em sua memória, Poe escreve o angustioso Ulalume.
Era o céu de um cinzento funerário
e a folhagem, fanada, morria,
a folhagem, crispada, morria;
era noite, no outubro solitário
de ano que já me não lembraria;
ficava ali bem perto o lago de Auber,
na região enevoada de Weir;
bem perto, o pantanal úmido de Auber,
na floresta assombrada de Weir.
Lá, uma vez, por um renque titânico
de ciprestes, vagueei, em desconsolo.
Era então o meu peito vulcânico
qual torrente de lava que no solo
salta, vinda dos cumes de Yaanek,
nas mais longínquas regiões do pólo,
que ululando se atira do Yaanek
nos panoramas árticos do pólo.
Tristonha e gravemente conversamos,
mas a idéia era lassa e vazia
e a memória traidora e vazia;
que o mês era de outubro não lembramos,
nem soubemos que noite fugia.
(Ai! A noite das noites fugia!)
Não recordamos a lagoa de Auber
(e já fôramos lá, certo dia);
não pensamos no charco úmido de Auber
nem no bosque assombrado de Weir.
Quando a noite ia já desmaiada
e as estrelas chamavam pela aurora,
pálidos astros apontando a aurora,
eis que surge, no extremo da estrada,
uma luz fluida, nebulosa; e fora
dela se ergue um crescente recurvo,
diadema de Astarté, que se alcandora.
“Menos fria que Diana é essa estrela”,
digo, “a girar num éter feito de ais.
Viu o pranto, que a mágoa revela,
nas faces em que há vermes imortais
e, por onde o Leão se constela,
vem mostrar o caminho aos céus, letais
caminhos para a paz dos céus letais;
a despeito do Leão, vem-nos ela
iluminar, com olhos triunfais;
das cavernas do Leão, vem-nos ela,
cheia de amor nos olhos triunfais.”
Mas diz Psique, tremendo de aflição:
“Dessa estrela, por Deus, desconfia!
Desse estranho palor desconfia!
É preciso fugir de luz tão fria!
Apressemo-nos! Voemos, então!”
E, perdidas de tanta agonia,
suas asas se inclinavam para o chão;
soluçava e, de tanta agonia,
as plumas rastejavam pelo chão,
tristemente roçando pelo chão.
“Isso”, falei, “é um sonho de criança!
Oh! sigamos a luz que facina,
mergulhemos na luz cristalina!
É um clarão de beleza e de esperança
o que vem dessa luz sibilina.
Olha-a: entre as sombras, como gira e dança!
Guie-nos, pois, essa estrela, que ilumina
nossa estrada, com toda a confiança;
que nos guie para onde se destina.
Nessa estrela tenhamos confiança,
pois nas sombras, assim, volteia e dança!”
Dou um beijo a Psique, que a conforta,
impedindo que o medo se avolume,
que a dúvida, a tristeza se avolume,
e da estrela seguimos o lume
a té que nos deteve uma porta
de tumba, e uma legenda nessa porta.
“Doce irmã”, perguntei, “dessa porta
que tragédia a legenda resume?”
“Ulalume!” - responde-me. “Ulalume!”
“Essa é a tumba perdida de Ulalume!”
E me vi de tristezas referto,
como a folhagem seca que morria,
a folhagem fanada que morria!
E exclamei: “Era outubro, decerto,
e era esta mesma, há um ano, a noite fria
em que vim, a chorar, aqui perto,
fardo horrível trazendo, aqui perto!
Nesta noite das noites, sombria,
que demônio me arrasta aqui tão perto?
Bem reconheço agora o lago de Auber,
na região enevoada de Weir;
bem vejo o pantanal úmido de Auber,
na floresta assombrada de Weir!”.
Era o céu de um cinzento funerário
e a folhagem, fanada, morria,
a folhagem, crispada, morria;
era noite, no outubro solitário
de ano que já me não lembraria;
ficava ali bem perto o lago de Auber,
na região enevoada de Weir;
bem perto, o pantanal úmido de Auber,
na floresta assombrada de Weir.
Lá, uma vez, por um renque titânico
de ciprestes, vagueei, em desconsolo.
Era então o meu peito vulcânico
qual torrente de lava que no solo
salta, vinda dos cumes de Yaanek,
nas mais longínquas regiões do pólo,
que ululando se atira do Yaanek
nos panoramas árticos do pólo.
Tristonha e gravemente conversamos,
mas a idéia era lassa e vazia
e a memória traidora e vazia;
que o mês era de outubro não lembramos,
nem soubemos que noite fugia.
(Ai! A noite das noites fugia!)
Não recordamos a lagoa de Auber
(e já fôramos lá, certo dia);
não pensamos no charco úmido de Auber
nem no bosque assombrado de Weir.
Quando a noite ia já desmaiada
e as estrelas chamavam pela aurora,
pálidos astros apontando a aurora,
eis que surge, no extremo da estrada,
uma luz fluida, nebulosa; e fora
dela se ergue um crescente recurvo,
diadema de Astarté, que se alcandora.
“Menos fria que Diana é essa estrela”,
digo, “a girar num éter feito de ais.
Viu o pranto, que a mágoa revela,
nas faces em que há vermes imortais
e, por onde o Leão se constela,
vem mostrar o caminho aos céus, letais
caminhos para a paz dos céus letais;
a despeito do Leão, vem-nos ela
iluminar, com olhos triunfais;
das cavernas do Leão, vem-nos ela,
cheia de amor nos olhos triunfais.”
Mas diz Psique, tremendo de aflição:
“Dessa estrela, por Deus, desconfia!
Desse estranho palor desconfia!
É preciso fugir de luz tão fria!
Apressemo-nos! Voemos, então!”
E, perdidas de tanta agonia,
suas asas se inclinavam para o chão;
soluçava e, de tanta agonia,
as plumas rastejavam pelo chão,
tristemente roçando pelo chão.
“Isso”, falei, “é um sonho de criança!
Oh! sigamos a luz que facina,
mergulhemos na luz cristalina!
É um clarão de beleza e de esperança
o que vem dessa luz sibilina.
Olha-a: entre as sombras, como gira e dança!
Guie-nos, pois, essa estrela, que ilumina
nossa estrada, com toda a confiança;
que nos guie para onde se destina.
Nessa estrela tenhamos confiança,
pois nas sombras, assim, volteia e dança!”
Dou um beijo a Psique, que a conforta,
impedindo que o medo se avolume,
que a dúvida, a tristeza se avolume,
e da estrela seguimos o lume
a té que nos deteve uma porta
de tumba, e uma legenda nessa porta.
“Doce irmã”, perguntei, “dessa porta
que tragédia a legenda resume?”
“Ulalume!” - responde-me. “Ulalume!”
“Essa é a tumba perdida de Ulalume!”
E me vi de tristezas referto,
como a folhagem seca que morria,
a folhagem fanada que morria!
E exclamei: “Era outubro, decerto,
e era esta mesma, há um ano, a noite fria
em que vim, a chorar, aqui perto,
fardo horrível trazendo, aqui perto!
Nesta noite das noites, sombria,
que demônio me arrasta aqui tão perto?
Bem reconheço agora o lago de Auber,
na região enevoada de Weir;
bem vejo o pantanal úmido de Auber,
na floresta assombrada de Weir!”.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Old Tale - Korpiklaani
A Velha história sobre a garota
E o fazendeiro pobre
O tempo deles juntos acabou
Não duraria para sempre
Eles sabiam bem disso
Então eles aproveitaram do momento
Tudo
Então eles aproveitaram do momento
Tudo
Disse o pai à moça
"Tá na hora de ir embora
Você vai casar com quem eu escolher
Ele é rico o suficiente e religioso
Ele é o senhor de tudo existente"
"Quem é o escolhido?"
Perguntou a garota com o olhar triste
"Ele é um senhor do oeste
Ele é pra você o melhor homem"
Mas a garota estava triste como uma criança
A garota carregava o filho do fazendeiro
E o pai percebeu isso
"Você morrerá" ele gritou
"Você morrerá como uma prostituta
Você merece a forca
Eu enterrarei você e suas sinas"
O garoto ouviu que a garota foi enforcada
Ele tirou sua espada
E cortou o pescoço do pai dela
Então foi ao abismo
E caiu para sua morte
Lá ele encontrou sua noiva e filho
"Quem é esse pequeno
Que você abraça?"
"Ele é seu doce filho...
E vem com a gente
Agora estamos aqui juntos para sempre
Sempre aqui, juntos para sempre"
E o fazendeiro pobre
O tempo deles juntos acabou
Não duraria para sempre
Eles sabiam bem disso
Então eles aproveitaram do momento
Tudo
Então eles aproveitaram do momento
Tudo
Disse o pai à moça
"Tá na hora de ir embora
Você vai casar com quem eu escolher
Ele é rico o suficiente e religioso
Ele é o senhor de tudo existente"
"Quem é o escolhido?"
Perguntou a garota com o olhar triste
"Ele é um senhor do oeste
Ele é pra você o melhor homem"
Mas a garota estava triste como uma criança
A garota carregava o filho do fazendeiro
E o pai percebeu isso
"Você morrerá" ele gritou
"Você morrerá como uma prostituta
Você merece a forca
Eu enterrarei você e suas sinas"
O garoto ouviu que a garota foi enforcada
Ele tirou sua espada
E cortou o pescoço do pai dela
Então foi ao abismo
E caiu para sua morte
Lá ele encontrou sua noiva e filho
"Quem é esse pequeno
Que você abraça?"
"Ele é seu doce filho...
E vem com a gente
Agora estamos aqui juntos para sempre
Sempre aqui, juntos para sempre"
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Bella Julietta - LEO (037)
Nómbrame esta vez.. susurrándome
Bésame otra vez.. ¡embrujándote!
Cierra los ojos sin querer.. acaríciame
Reconociéndonos la piel.. ¡al amanecer!
Me roba su corazón
Jurándome eterno amor
Se va entre mis manos su calor
Los labios que condene
Princesa que siempre ame
Cruzare al otro lado en donde estés
Llora sin saber
Nos toco perder
Bésame otra vez... embrujándome
En mi memoria veo el ayer
Donde te encontré
Entre mis brazos te arrope.. ¡No te dejare!
Me roba su corazón
Jurándome eterno amor
Se va entre mis manos su calor
Los labios que condene
Princesa que siempre ame
Cruzare al otro lado en donde estés
Y el silencio una vez mas..
No te vayas, quédate
Siento frio, oscuridad
Tu sonrisa hará
Que vuelva a despertar una vez mas miedos!
Yo.. te esperare
Nooo.. te dejare
Cuando abras los ojos
Te prometo que estaré
Me roba su corazón
jurándome eterno amor
Se va entre mis manos su calor
Los labios que condene
Princesa que siempre ame
Cruzare al otro lado espérame
Me roba su corazón
Jurándome eterno amor
Se va entre mis manos su calor
Los labios que condene
Princesa que siempre ame
Cruzare al otro lado en donde estés
Bésame otra vez.. ¡embrujándote!
Cierra los ojos sin querer.. acaríciame
Reconociéndonos la piel.. ¡al amanecer!
Me roba su corazón
Jurándome eterno amor
Se va entre mis manos su calor
Los labios que condene
Princesa que siempre ame
Cruzare al otro lado en donde estés
Llora sin saber
Nos toco perder
Bésame otra vez... embrujándome
En mi memoria veo el ayer
Donde te encontré
Entre mis brazos te arrope.. ¡No te dejare!
Me roba su corazón
Jurándome eterno amor
Se va entre mis manos su calor
Los labios que condene
Princesa que siempre ame
Cruzare al otro lado en donde estés
Y el silencio una vez mas..
No te vayas, quédate
Siento frio, oscuridad
Tu sonrisa hará
Que vuelva a despertar una vez mas miedos!
Yo.. te esperare
Nooo.. te dejare
Cuando abras los ojos
Te prometo que estaré
Me roba su corazón
jurándome eterno amor
Se va entre mis manos su calor
Los labios que condene
Princesa que siempre ame
Cruzare al otro lado espérame
Me roba su corazón
Jurándome eterno amor
Se va entre mis manos su calor
Los labios que condene
Princesa que siempre ame
Cruzare al otro lado en donde estés
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Bella Julietta,
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Leo Jimenéz
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Flowers and Frustration
A flor morre com tempo
mas um sorriso verdaderio é pra sempre.
Uma lágrima que cai em um segundo,
no outro já faz parte do esquecimento.
[...]
Que assim como A flor morre com tempo,
Um sorriso verdadeiro pode ser pra sempre.
Que assim como um sonho nasce para ser eterno,
também pode morrer.
mas um sorriso verdaderio é pra sempre.
Uma lágrima que cai em um segundo,
no outro já faz parte do esquecimento.
[...]
Que assim como A flor morre com tempo,
Um sorriso verdadeiro pode ser pra sempre.
Que assim como um sonho nasce para ser eterno,
também pode morrer.
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Flávio Shamash,
Trecho de Flowers and Frustration
sábado, 10 de outubro de 2009
Disappear
Por que, diga-me as razões
Por que tento, eu ainda não entendo
Eu sentirei isso novamente?
Céu azul, eu te encontrarei no final
Liberte-as, liberte as memórias de você
Liberte-me, e descanse até que eu esteja com você
Um dia como hoje
Todo meu mundo mudou
Nada do que você diz
Ajudará a acalmar minha dor
Contornar, eu contornarei isso lentamente por aí
Queimar, queimar para me sentir vivo novamente
Ela, ela quis que eu seguisse
Veja-me, à esse lugar eu ainda pertenço
Persiga, para achar mais do que eu achei
E encare, agora por minha própria vontade
Dias desaparecem
E todo meu mundo continua mudando
Eu sinto você aqui
E isso me mantem são
Então eu estou seguindo
Eu nunca esquecerei
Como você deitou lá e me olhou
Aceitando o final
Eu sabia que você estava assustada
Você era forte, e eu estava tentando
Lhe dei minha mão
E disse: Está bem, hora de ir embora daqui
E eu seguirei
O melhor que eu puder
Sem você aqui ao meu lado
Deixe-o vir levar-lhe para casa
Por que tento, eu ainda não entendo
Eu sentirei isso novamente?
Céu azul, eu te encontrarei no final
Liberte-as, liberte as memórias de você
Liberte-me, e descanse até que eu esteja com você
Um dia como hoje
Todo meu mundo mudou
Nada do que você diz
Ajudará a acalmar minha dor
Contornar, eu contornarei isso lentamente por aí
Queimar, queimar para me sentir vivo novamente
Ela, ela quis que eu seguisse
Veja-me, à esse lugar eu ainda pertenço
Persiga, para achar mais do que eu achei
E encare, agora por minha própria vontade
Dias desaparecem
E todo meu mundo continua mudando
Eu sinto você aqui
E isso me mantem são
Então eu estou seguindo
Eu nunca esquecerei
Como você deitou lá e me olhou
Aceitando o final
Eu sabia que você estava assustada
Você era forte, e eu estava tentando
Lhe dei minha mão
E disse: Está bem, hora de ir embora daqui
E eu seguirei
O melhor que eu puder
Sem você aqui ao meu lado
Deixe-o vir levar-lhe para casa
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